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Anonymous 10/13/2015 (Tue) 04:40:55 Id:c684f7 No. 37
ITT: No image.
So, hey! What's up?
>>38
I don't really know, man.
Todo escritor é, antes de tudo, bom observador. Mas não se trata apenas de espreitar. É preciso dialogar, em silêncio, com os fatos, com as pessoas. Coloque-se na pele delas e tente compreender suas reações. Depois, imagine como você reagiria. E imagine como um escritor descreveria você. Esse exercício constante — analisar o real e você mesmo — aperfeiçoará seu poder de observação.
>>40
Abandone a idéia de que a vida é simples e de que tudo é evidente. Nada é simples. Por trás de cada gesto feito de maneira impensada há centenas de influências, escolhas, certezas, temores, dúvidas, interesses, desejos.
>>40
>>41
Acredite no poder das sinapses. Os neurônios conversam entre si, criam conexões inusitadas a cada milésimo de segundo. Mas precisam ser estimulados. Não, você não precisa se submeter a um tratamento de eletrochoques, mas deve estar aberto à realidade. Certa música, certa obra de arte, uma situação, uma frase solta que você escuta no ônibus ou no balcão da padaria: tudo pode desencadear a imaginação. Todos nós temos gatilhos emocionais que liberam ondas de fantasia. Não despreze nenhum deles — inclusive os que parecem infantis ou óbvios. Lembre-se do exemplo sináptico de Victor Hugo, que já se tornou clássico: no prefácio de “O Corcunda de Notre-Dame”, o escritor conta que o livro nasceu quando ele encontrou, ao explorar a Catedral de Notre-Dame de Paris, a palavra “fatalidade” gravada à mão numa parede. A forte impressão causada por essa descoberta fez com que começasse a imaginar a história.

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